De acordo com a Dra. Dayse Ketren Souza, as doenças neurológicas podem se desenvolver de forma discreta, tornando difícil a identificação precoce. No entanto, sintomas sutis podem ser indicativos de condições graves, como Alzheimer, Parkinson e esclerose múltipla. Portanto, compreender esses sinais iniciais é essencial para buscar tratamento o quanto antes e evitar a progressão da doença.
Muitas doenças neurológicas evoluem de forma silenciosa, tornando essencial a identificação precoce dos primeiros sinais. Neste artigo, entenda quais sintomas podem indicar um problema e como agir para buscar o tratamento adequado.
Quais são os primeiros sintomas a serem observados?
Os primeiros sinais podem variar de acordo com a doença, mas alguns padrões costumam se repetir. Alterações na memória, dificuldades de concentração e mudanças no comportamento podem ser indicativos de problemas neurológicos. Ademais, sintomas como fadiga excessiva, perda de equilíbrio e dificuldade para articular palavras também merecem atenção. Sensações de confusão mental ou desorientação, mesmo que momentâneas, também podem ser um alerta para investigar a saúde neurológica.
Outro ponto importante que Dayse Ketren Souza menciona é a presença de dormências ou formigamentos persistentes, principalmente em um lado do corpo. Movimentos involuntários, tremores leves e dores de cabeça frequentes sem causa aparente podem ser alertas para doenças que afetam o sistema nervoso. Sendo assim, caso esses sinais sejam recorrentes, é fundamental buscar avaliação médica.

Como diferenciar sinais comuns do alerta para uma doença?
Muitas vezes, os sintomas neurológicos iniciais são confundidos com cansaço, estresse ou envelhecimento natural. Porém, a frequência e a intensidade desses sinais são fatores-chave para diferenciá-los. Se dificuldades cognitivas ou motoras persistirem por semanas ou piorarem com o tempo, isso pode indicar um problema mais grave. Além do mais, quando esses sintomas começam a afetar as atividades diárias, é essencial buscar uma avaliação médica.
Com isso, a Dra. Dayse Ketren Souza frisa que é importante observar se os sintomas interferem nas atividades diárias. Pequenos esquecimentos ocasionais são normais, mas quando começam a impactar o trabalho, as relações sociais ou a independência, é hora de investigar. Portanto, quanto mais cedo a doença for diagnosticada, maiores são as chances de retardar sua evolução.
Quando procurar ajuda médica?
É recomendável procurar um neurologista ao notar sintomas persistentes ou progressivos. Mesmo que os sinais pareçam leves, exames detalhados podem identificar alterações antes que se tornem graves. Além disso, um diagnóstico precoce permite tratamentos mais eficazes, ajudando a controlar a evolução da doença. Dessa forma, é possível reduzir os impactos na qualidade de vida e manter a autonomia por mais tempo.
Além da consulta médica, Dayse Ketren Souza também orienta que manter hábitos saudáveis pode ser um fator preventivo. Logo, alimentação equilibrada, exercícios físicos e estímulos cognitivos, como leitura e jogos de raciocínio, ajudam a preservar as funções neurológicas. Por isso, estar atento aos sinais do próprio corpo e agir rapidamente faz toda a diferença no controle dessas doenças.
A prevenção começa pelo conhecimento
Em resumo, Dra. Dayse Ketren Souza deixa claro que as doenças neurológicas silenciosas podem passar despercebidas até atingirem estágios avançados. Por isso, reconhecer os primeiros sinais e buscar ajuda médica é essencial para um tratamento eficaz. Sendo assim, ficar atento às mudanças no corpo e na mente é a melhor forma de preservar a saúde neurológica e garantir qualidade de vida a longo prazo.
Autor: Luvox Pherys
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital